Capitalist Realism

Is There No Alternative?

Capitalist Realism (2009, Zero Books)

Published Jan. 4, 2009 by Zero Books.

ISBN:
9781846943171

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4 stars (10 reviews)

It is easier to imagine the end of the world than the end of capitalism. After 1989, capitalism has successfully presented itself as the only realistic political-economic system - a situation that the bank crisis of 2008, far from ending, actually compounded. The book analyses the development and principal features of this capitalist realism as a lived ideological framework. Using examples from politics, film (Children Of Men, Jason Bourne, Supernanny), fiction (Le Guin and Kafka), work and education, it argues that capitalist realism colours all areas of contemporary experience, is anything but realistic and asks how capitalism and its inconsistencies can be challenged. It is a sharp analysis of the post-ideological malaise that suggests that the economics and politics of free market neo-liberalism are givens rather than constructions.

Review of 'Capitalist Realism' on 'GoodReads'

5 stars

Um livro curto, com ideias muito grandes, apresentadas e ilustradas de uma forma bem interessante.A ideia principal do livro é construir uma teoria de que a situação em que o mundo se encontra hoje é uma na qual o capitalismo é tido como sinônimo de realidade. O titulo do primeiro capitulo é basicamente tudo o que o livro quer explicar: Por que é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? (pense em alguma ficção pós apocaliptica e perceba como isso é o padrão)Não diria que é um livro possivel de entender completamente sem ter algum conhecimento prévio, pra se manter curto e focado, o livro não gasta muito do seu tempo explicando algumas teorias/ideias já de certa forma estabelecidas na filosofia: ele não vai te explicar as ideias de Deleuze, Lacan e Jameson, nem o que é territorialização/deterritorialização (alguem realmente sabe?). Mas acredito que …

Review of 'Capitalist Realism' on 'GoodReads'

4 stars

Like Adam Curtis's Hypernormalisation, this book is a heady attempt at parsing the continuum of what Fisher calls "the Real" and "the big Other." He invokes Marx, Baudrillard, Lacan, "Office Space," Nirvana, and "Children of Men" with equal deference, utilizing pop culture and theory to explain the puzzling, if no less certain, links between neoconservativism and neoliberalism, and posits a leftist anti-capitalist project based on critical analysis of capitalist realism's offerings and shortcomings, as much as its obfuscatory sleight of hand aims at perpetuating a sense that it is, itself, unalterable and unable to be opposed.

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